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Custo funcionário: Como calcular? Qual a importância?

Ter funcionários é ter também custos. Por mais que o profissional traga à empresa diferenciação com o seu trabalho, é preciso que o gestor tenha em mente o planejamento dos custos com o colaborador, pois fora de controle, podem se transformar em uma bola de neve. O chamado custo funcionário é simples de calcular, mas requer habilidade para colocar em prática.

O que é custo funcionário?

Primeiramente, é preciso considerar que o Brasil possui uma legislação trabalhista complexa e cara, exigindo muito planejamento e controle de contas por parte do RH e de toda a empresa em relação aos seus contratados. Além das obrigações legais, há custos e investimentos que são necessários e devem ser incluídos das contas.

Saber tudo sobre os custos da empresa é essencial para empresas que desejam ser mais competitivas em um mercado cada vez mais acirrado. Para tal, a empresa precisa adotar recursos e estratégicas modernas de controle de contas e gestão. Todo negócio visa lucratividade e ela só é possível com controle financeiro assertivo.

Tipos de despesas

Dito isso, é importante que o gestor liste todos os custos do seu negócio, de cada setor, inclusive. O custo funcionário é um destes custos, talvez esteja entre os mais importantes. O custo funcionário tem despesas mensais, únicas e esporádicas.

As despesas mensais são as fixas, ou seja, existentes todos os meses – remuneração, benefícios, etc. As únicas referem-se a gastos de um evento específico, como a admissão e o desligamento, por exemplo. E as esporádicas podem ser tão frequentes quanto as fixas e são igualmente importantes – como é o caso dos treinamentos. Veremos os custos do funcionário mais especificamente a seguir.

Tomada de decisão

Vale ressaltar que nenhum custo é pequeno demais que não mereça ser considerado. Identificar todos os custos permite ao gestor a manutenção assertiva de suas contas e a tomada de decisão, uma vez que os custos devem compensar, trazendo retornos à empresa.

Ele pode tomar decisão de investir ainda mais no colaborador, desligá-lo ou mesmo remanejá-lo. Além disso, analisar e acompanhar de perto o custo funcionário permite ainda enxugar algumas contas desnecessárias.

Quanto custa um funcionário para uma empresa?

Não é apenas o salário bruto do profissional que deve ser considerado ao contratá-lo. É um erro comum e muito grave apenas considerar o salário ao contratar alguém.

O custo funcionário vai além do salário bruto. Há impostos e taxas cobrados conforme cada regime tributário – Simples Nacional, Lucro Real ou Lucro Presumido. Há despesas sobre a folha de pagamento, recolhimentos, benefícios e outras despesas que precisam estar na ponta do lápis.

Enquadramento tributário

Vejamos algumas destas despesas relacionadas ao regime tributário da empresa:

Simples Nacional – É comum em micro e pequenas empresas. Tem a vantagem de unificar todos os impostos e tributos da empresa em uma única guia de pagamento. Refere-se a tributos repassados aos governos municipal, estadual e federal. Tem alíquotas moderadas.

Lucro Real e Presumido – Referem-se a muitas empresas que movimentam o mercado com altos valores financeiros. Além dos custos básicos, as empresas nessa categoria pagam uma alíquota chamada RAT (Riscos Ambientais do Trabalho), assim como uma porcentagem ainda maior do INSS Patronal. Há também a cobrança da Alíquota de Terceiros, que apoia programas e órgãos governamentais.

Encargos sociais

Vejamos agora os encargos sociais relacionados ao custo funcionário – há outros encargos que podem variar conforme a atividade executada, tipos de empresa e jornada especial de trabalho:

  • 13º salário;
  • Férias e seu 1/3 proporcional;
  • INSS;
  • FGTS, com valor anual;
  • Multas de rescisão;
  • Vale-transporte e outros benefícios adicionais (como vale-alimentação, plano de saúde e auxílio-creche — todos representam uma porcentagem sobre o valor do salário).

Encargos em porcentagem

Em suma, especialistas garantem que cada funcionário acaba custando para a empresa cerca de 70% a mais, em média, do que o valor de seu salário. Esta diferença é muito onerosa para qualquer negócio.

Custos variáveis

Como falamos anteriormente, há também os custos chamados de variáveis – aqueles que são esporádicos, mas muito importantes. É o caso dos treinamentos, cursos e certificações, adaptação, programas de saúde na empresa, etc. E de onde saem estes custos? Das contas da empresa!

Portanto, estes custos podem ser mais comuns em determinados períodos da passagem do colaborador pela empresa e podem ser melhor programados conforme o orçamento e o alinhamento com o negócio. Desta forma, planejamento é essencial. Ter a contribuição da contabilidade no setor de RH é outra vantagem importante – veja mais nesta matéria.

Como otimizar estes custos?

O primeiro passo é ter um controle financeiro muito assertivo, contando com recursos tecnológicos, de preferência, e conhecendo amplamente todos os custos e despesas como cada funcionário.

Mas é possível tornar o custo funcionário ainda mais enxuto, sem deixar de quitar as obrigações e investir no colaborador. Vejamos algumas dicas:

Tenha um regime tributário assertivo

Fale com o seu contador para verificar se a empresa continua no regime tributário mais adequado. Isto é, há vantagens e desvantagens em cada regime e é possível enxugar contas contributos ou receber benefícios conforme o segmento que a empresa está alinhada.

Reduza os custos não estratégicos

Há custos estratégicos (capazes de gerar motivação e produtividade) e não estratégicos (necessário para a manutenção da relação trabalhista). Uma dica para reduzir o custo funcionário é enxugar os custos não estratégicos, como custos com atrasos no pagamento de tributos ou contribuições sindicais. E invista mais em custos estratégicos – por exemplo, uma boa cesta de benefícios.

Aposte em remuneração variável

Que tal atrelar melhor a remuneração à produtividade? Para saber como calcular a remuneração variável, acesse esta matéria. Assim, a ideia não é oferecer salários elevados a todos, sobrecarregando a folha de pagamento, mas aos investir em recompensas para quem apresenta maior produtividade. Veja ainda como criar um modelo de remuneração estratégica lendo este artigo.

Invista em tecnologia

Para reduzir o custo funcionário e ainda ser uma empresa mais competitiva, tenha em mente a adoção de processos automatizados, sem a necessidade de grandes contratações e na adoção de softwares integrados e inteligentes para a gestão dos processos – inclusive do controle de contas e de RH.

Desta forma, isso fará com que enxugue diversos tipos de contas, esteja sempre em dia com as obrigações fiscais (que podem ter um alto custo quando não pagas em dia) e ainda melhor tomada de decisão. Um exemplo é a plataforma Oitchau de controle de ponto 100% digital e segura.

Veja também: Plano de saúde empresarial: Como escolher o melhor?

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