Vendas por telefone: 11 4210 2846
whatsapp iconVendas no WhatsApp
salário e remuneração

Salário e remuneração: qual a diferença entre eles?

Você sabia que há diferença entre salário e remuneração? Ambos se referem aos valores que são pagos aos colaboradores. Dentro de cada uma dessas denominações há outras distinções e modalidades.

É importante que a empresa junto ao RH e ao setor financeiro estejam a par dessas diferenças e das obrigações que cada uma impõe.

Para auxiliar você, preparamos um manual para acabar de vez com todas as dúvidas quanto às diferenças entre a remuneração e o salário.

Continue lendo e veja como cada um deles é composto e outros dados relevantes.

Qual a diferença entre salário e remuneração?

A remuneração engloba o salário e o contrário não é verdadeiro. Isso significa que a remuneração é o conjunto de tudo o que é pago ao colaborador pela empresa em troca da jornada de trabalho. Inclui parcelas variáveis e fixas.

Já o salário corresponde a um valor fixo que é pago em contrapartida à prestação de serviços por um período.

salário e remuneração

Ele possui diversos tipos de classificações, o que ocorre também em relação à remuneração.

Abaixo, veja mais detalhes sobre cada um e aprenda de uma vez por todas qual é a diferença entre salário e remuneração.

Quais são os tipos salariais?

O salário é o tipo de remuneração que a empresa paga ao colaborador pela prestação de serviços em determinado período.

Ele é fixo e embasa o pagamento de outras parcelas remuneratórias, como é o caso da hora extra e do adicional de transferência.

Abaixo, veja quais são os tipos de salário e como eles se diferenciam entre si.

1.    Salário base

O salário base é aquele que tem determinação no contrato de trabalho e nas anotações na CTPS do colaborador. Ele nunca pode ser menor do que o salário mínimo nacional e estadual e que o piso da categoria.

Esse é o valor que irá determinar o cálculo de outras parcelas remuneratórias.

Estão nesse rol o FGTS, horas extras, adicionais e o descanso semanal remunerado (DSR). É por isso que ele é tão importante.

Quando o colaborador recebe um aumento de salário que não se ilustra por um adicional qualquer, isso quer dizer que o salário base dele sofreu aumento e isso se reflete sobre as demais parcelas remuneratórias que ele recebe.

2.    Piso salarial

O piso salarial corresponde ao mínimo que o colaborador que exerce certa profissão deve receber.

O estabelecimento ocorre de duas formas: pelos conselhos regionais profissionais e pelas Convenções Coletivas de Trabalho (CCT), de caráter sindical.

salário e remuneração

O piso salarial jamais pode ser do mesmo valor que o salário mínimo nacional e jamais menor que ele. 

3.    Salário bruto e líquido

Essas são definições que se referem a quanto o colaborador receberia sem os descontos de co-participação em programas (como auxílio-transporte e de saúde) e quanto ele recebe efetivamente ao final do mês.

O salário bruto é o valor integral, sem os descontos. Já o salário líquido é aquele que ele recebe.

É imprescindível que esses dados estejam claros no holerite mensal, com detalhes sobre os valores pagos e todos os descontos que se operam.

Dentre os descontos principais estão o INSS, empréstimos consignados, faltas não justificadas e co-participação de custeio de benefícios.

Diferença entre remuneração e salário: Entenda o que são parcelas remuneratórias e quais são os seus tipos

Para entender a diferença entre salário e remuneração é preciso entender o que esta última representa.

Conforme apontamos acima, o salário é uma modalidade da remuneração e compõe esta.

A remuneração não se limita ao salário e possui diversas outras parcelas. Veja abaixo quais são os tipos de remuneração para entender melhor essa diferenciação.

1.   Remuneração funcional

O primeiro tipo de remuneração que trazemos para você é a funcional. Ela corresponde às previsões no plano de cargos e salários da empresa. Nesse caso, cada situação funcional garante um valor ao colaborador.

2.   Remuneração variável

Essa é a remuneração que varia mês a mês de acordo com algumas condições.

São vários os tipos de pagamentos que se encaixam nessa modalidade. Dentre elas estão as horas extras, que variam de acordo com o número de horas extraordinárias que o colaborador presta.

Outro valor que varia são os pagos para fins de metas, eis que eles dependem do alcance delas.

gestão fiscal

Aqui é importante destacar que a remuneração variável não precisa existir todo o mês e depende de condições específicas.

No caso das metas elas podem ser mensais, trimestrais, semestrais ou mesmo anuais.

A mesma coisa ocorre em relação aos outros pagamentos que são devidos apenas se o colaborador estiver em uma situação específica na contrapartida.

São outros tipos de remuneração variável:

  • Adicionais noturnos, que dependem da prestação de serviços entre as 22h e 05h;
  • Adicionais de periculosidade e insalubridade, devidos apenas quando o colaborador se coloca à disposição de elementos nocivos. A transferência de cargo cessa o pagamento;
  • Gorjetas que são pagas por terceiros e não pelos empregadores em razão da satisfação do serviço prestado;
  • Gratificações de funções, como em caso de ocupação de cargo de confiança;
  • Descanso semanal remunerado, que varia de acordo com o número de dias do mês e existência de feriados;
  • Quebra de caixa, exclusivo para empregados que estejam lidando com valores em caixas bancários e de Casas Lotéricas ou comerciais.

3.   Salário indireto

O salário indireto é outro tipo de remuneração. Ele corresponde aos valores que são pagos ao colaborador junto ao salário e que por isso complementam o montante remuneratório.

Ele pode ou não ser em espécie (dinheiro), podendo se ilustrar por serviços ou outras concessões. Confira quais são os principais tipos de salário em espécie:

  • Auxílio-alimentação ou refeição;
  • Vale transporte;
  • Auxílio creche;
  • Auxílio-educação;
  • Plano de saúde;
  • Plano odontológico;
  • Moradia;
  • Vale cultura;
  • Cursos de línguas estrangeiras;
  • Seguro de vida e outros.

4.   Remuneração por competência

Esse é o caso em que alguma competência específica de um colaborador pode lhe garantir valores adicionais ao salário.

A lei permite que colaboradores com as mesmas funções recebam valores distintos em razão de competência superior ou diferencial de um deles.

salário e remuneração

Para exemplificar, considere que dois colaboradores exercem atividades em um setor e só um deles tem fluência em inglês, o que é requisitado para algumas ações dentro dessa equipe.

Nesse caso, é plausível que o com os conhecimentos adicionais ganhe mais.

É importante que isso fique claro na diferenciação do valor, sendo possível até mesmo apontar esse valor no holerite como adicional de habilidade, competência ou conhecimento.

Enviar comentário

Receba o melhor conteúdo de Gestão de Pessoas no seu e-mail

Siga nossa Newsletter

controle-de-ponto-guia-completo
PREÇOS A PARTIR DE APENAS R$ 89/mês

Junte-se a milhares de clientes satisfeitos que fazem a gestão de seus times com Oitchau