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Relógio de ponto

Relógio de ponto e tudo que você precisa saber!

O relógio de ponto é a primeira ferramenta que vem à cabeça quando falamos de registro diário da jornada de trabalho dos colaboradores. Entretanto, na prática, podem surgir muitas dúvidas em relação ao dispositivo, que vão desde como escolher o melhor método para a empresa até como lidar com conflitos mais específicos ao seu uso.

Pensando nisso, reunimos, neste artigo, alguns aspectos relevantes sobre essa ferramenta tão marcante na rotina dos profissionais. Acompanhe!

O diz a legislação sobre uso de REP?

O controle da jornada de trabalho é uma exigência que está na Convenção das Leis do Trabalho (CLT) no capítulo II, Seção V:

Art. 74.  O horário de trabalho será anotado em registro de empregados.

(Redação dada pela Lei nº 13.874, de 2019)

§ 1º (Revogado).

(Redação dada pela Lei nº 13.874, de 2019)

§ 2º  Para os estabelecimentos com mais de 20 (vinte) trabalhadores será obrigatória a anotação da hora de entrada e de saída, em registro manual, mecânico ou eletrônico, conforme instruções expedidas pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, permitida a pré-assinalação do período de repouso.

(Redação dada pela Lei nº 13.874, de 2019)

§ 3º  Se o trabalho for executado fora do estabelecimento, o horário dos empregados constará do registro manual, mecânico ou eletrônico em seu poder, sem prejuízo do que dispõe o caput deste artigo.         

(Redação dada pela Lei nº 13.874, de 2019)

§ 4º  Fica permitida a utilização de registro de ponto por exceção à jornada regular de trabalho, mediante acordo individual escrito, convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho.  

Cabe à empresa com mais de 20 funcionários garantir que haja o devido registro da jornada de cada um deles. Note-se que a CLT permanece silente quanto à possibilidade de registro de maneira digital.

Assim, em razão do desenvolvimento tecnológico e ao auxílio que ferramentas modernas apresentam à realização de trabalhos e às empresas, coube ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) regulamentar o uso do registro eletrônico de ponto. Isso ocorreu por meio da Portaria 1510 de 2009.

O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO, no uso das atribuições que lhe conferem o inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição Federal e os arts. 74, § 2º, e 913 da Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, resolve:

Art. 1º Disciplinar o registro eletrônico de ponto e a utilização do Sistema de Registro Eletrônico de Ponto – SREP.

Parágrafo único. Sistema de Registro Eletrônico de Ponto – SREP – é o conjunto de equipamentos e programas informatizados destinado à anotação por meio eletrônico da entrada e saída dos trabalhadores das empresas, previsto no art. 74 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943.

Art. 2º O SREP deve registrar fielmente as marcações efetuadas, não sendo permitida qualquer ação que desvirtue os fins legais a que se destina, tais como:

I – restrições de horário à marcação do ponto;
II – marcação automática do ponto, utilizando-se horários predeterminados ou o horário contratual;
III – exigência, por parte do sistema, de autorização prévia para marcação de sobrejornada; e
IV – existência de qualquer dispositivo que permita a alteração dos dados registrados pelo empregado.

Art. 3º Registrador Eletrônico de Ponto – REP é o equipamento de automação utilizado exclusivamente para o registro de jornada de trabalho e com capacidade para emitir documentos fiscais e realizar controles de natureza fiscal, referentes à entrada e à saída de empregados nos locais de trabalho.

Parágrafo único. Para a utilização de Sistema de Registro Eletrônico de Ponto é obrigatório o uso do REP no local da prestação do serviço, vedados outros meios de registro.

Art. 4º O REP deverá apresentar os seguintes requisitos:

I – relógio interno de tempo real com precisão mínima de um minuto por ano com capacidade de funcionamento ininterrupto por um período mínimo de mil quatrocentos e quarenta horas na ausência de energia elétrica de alimentação;
II – mostrador do relógio de tempo real contendo hora, minutos e segundos;
III – dispor de mecanismo impressor em bobina de papel, integrado e de uso exclusivo do equipamento, que permita impressões com durabilidade mínima de cinco anos;
IV – meio de armazenamento permanente, denominado Memória de Registro de Ponto – MRP, onde os dados armazenados não possam ser apagados ou alterados, direta ou indiretamente;
V – meio de armazenamento, denominado Memória de Trabalho – MT, onde ficarão armazenados os dados necessários à operação do REP;
VI – porta padrão USB externa, denominada Porta Fiscal, para pronta captura dos dados armazenados na MRP pelo Auditor-Fiscal do Trabalho;
VII – para a função de marcação de ponto, o REP não deverá depender de qualquer conexão com outro equipamento externo; e
VIII – a marcação de ponto ficará interrompida quando for feita qualquer operação que exija a comunicação do REP com qualquer outro equipamento, seja para carga ou leitura de dados.

Art. 5º Os seguintes dados deverão ser gravados na MT:

I – do empregador: tipo de identificador do empregador, CNPJ ou CPF; identificador do empregador; CEI, caso exista; razão social; e local da prestação do serviço; e
II – dos empregados que utilizam o REP: nome, PIS e demais dados necessários à identificação do empregado pelo equipamento.

Art. 6º As seguintes operações deverão ser gravadas de forma permanente na MRP:

I – inclusão ou alteração das informações do empregador na MT, contendo os seguintes dados: data e hora da inclusão ou alteração; tipo de operação; tipo de identificador do empregador, CNPJ ou CPF; identificador do empregador; CEI, caso exista; razão social; e local da prestação do serviço;
II – marcação de ponto, com os seguintes dados: número do PIS, data e hora da marcação;
III – ajuste do relógio interno, contendo os seguintes dados: data antes do ajuste, hora antes do ajuste, data ajustada, hora ajustada; e
IV – inserção, alteração e exclusão de dados do empregado na MT, contendo: data e hora da operação, tipo de operação, número do PIS e nome do empregado. Portanto, comprar ou contratar um sistema de marcação de jornada como o relógio de ponto nem sempre é uma tarefa fácil, pois seu uso é acompanhado de exigências diversas e de ações como de manutenção para que a finalidade do aparelho realmente seja colocada em prática.

Essas são as principais previsões e sempre devem ser levadas em consideração pelas empresas.

Como se usa um relógio de ponto REP?

As marcações de ponto demandam algumas considerações importantes. Cabe ao empregador demonstrar como ele deve ser utilizado.
Logo que o empregado chega ao local de trabalho deve marcar seu ponto de Entrada, assim como a Saída deve corresponder exatamente ao horário registrado. O registro é feito de maneira biométrica, inserindo a digital. Após o registro é impresso um comprovante com data e hora.
É importante que sejam esclarecidas as impossibilidades de prestar serviços fora da marcação. Essa orientação deve ser dada tanto aos gestores quanto aos empregados, impedindo a prestação de labor extraordinário sem registro de ponto, por exemplo.
Caso contrário, isso pode causar sérias complicações à organização, principalmente diante de uma ação trabalhista que requer a desconsideração do registro de jornada.
O uso do relógio deve ser devidamente fiscalizado pelo empregador, assim como a correta manutenção dele. É ônus da empresa garantir o funcionamento dos aparelhos essenciais à prestação de serviços, dentre eles o registro de jornada.

Quais as informações que são registradas no REP?

O relógio eletrônico de ponto deve seguir algumas diretrizes, principalmente no que diz respeito às informações que precisam ser registradas a cada marcação.
Segundo o parágrafo primeiro da Portaria 373 do MTE, os relógios eletrônicos de ponto deverão:

I – estar disponíveis no local de trabalho;
II – permitir a identificação de empregador e empregado; e
III – possibilitar, através da central de dados, a extração eletrônica e impressa do registro fiel das marcações realizadas pelo empregado.

Para que o registro eletrônico de ponto aconteça, a empresa deve ter um SREP (Software de Registro Eletrônico de Ponto). O software de REP permite que as informações de cada colaborador sejam importadas e tratadas com o objetivo de gerar relatórios.
Ao fazer o registro, o software identifica os dados do colaborador: nome, função, horário de entrada e saída, e entrada e saída de intervalos. A cada registro, o colaborador recebe um comprovante para seu controle, como previsto no artigo 12 da Portaria 1510/09:
“Art. 12. O “Programa de Tratamento de Registro de Ponto” é o conjunto de rotinas informatizadas que tem por função tratar os dados relativos à marcação dos horários de entrada e saída, originários exclusivamente do AFD, gerando o relatório “Espelho de Ponto Eletrônico”, de acordo com o anexo II, o Arquivo Fonte de Dados Tratados – AFDT e Arquivo de Controle de Jornada para Efeitos Fiscais – ACJEF, de acordo com o Anexo I.”

O que são os arquivos AFD, AFDT, ACJEF?

O arquivo AFD (Arquivo Fonte de Dados) fica gravado na memória do REP e contém todos os dados dos registros dos colaboradores que foram salvos pelo coletor. De acordo com as diretrizes do MET, esses arquivos não podem ser alterados ou deletados, parcial ou totalmente.
No arquivo AFD ficam as seguintes informações:

NSR (Número Sequencial de Registro);
PIS do trabalhador;
Data da marcação;

E horário da marcação (composto de hora e minutos).
O anexo I da Portaria 1510/09 detalha as informações e sequências numéricas do registro. Cada registro AFD gera uma linha numérica como a seguir: 0000000021051220180801123456789101, em que se registram os seguintes dados:

000000002 (NSR)
1 (Tipo de Registro. Aqui no caso “1” refere-se à entrada)
05122018 (Data)
0801 (Horário do registro)
123456789101 (PIS do colaborador)

O arquivo AFDT (Arquivo Fonte de Dados Tratados) refere-se ao arquivo com os dados gerados pelo software de registro eletrônico de ponto. Segue o mesmo padrão de registro numérico que o arquivo AFD.

O arquivo ACJEF (Arquivo Controle Jornada para Efeitos Fiscais) é um arquivo de texto gerado pelo software de controle eletrônico de ponto que mostra a jornada realizada pelos colaboradores: faltas, atrasos, horas extras, entre outros.  

Nestes registros estarão listados todos os horários contratuais praticados pelos empregados.

Como é o relatório Espelho de Ponto Eletrônico?

O Relatório Espelho de Ponto Eletrônico é onde o gestor e o colaborador podem checar todos os registros feitos durante o período estabelecido.

Esse relatório é fundamental para que haja a transparência e segurança na utilização de sistemas de relógio eletrônico de ponto. A partir dos dados registrados, tanto a empresa como o colaborador já sabem exatamente o valor devido do mês.

As informações que devem estar contidas no Relatório Espelho de Ponto Eletrônico estão descritas no Anexo II da Portaria 1510/09. Veja abaixo:

Horário de entrada do colaborador;

Início e término do horário de almoço (jantar ou intervalo);
Horário de saída do colaborador.

Caso o colaborador tenha feito horas extras ou possua horas acumuladas, o relatório também conterá essas informações, bem como quaisquer observações ou justificativas pertinentes a cada colaborador.
A extração dos dados dos registros acontece pela impressão de arquivo textual ou realizando o salvamento dos dados em um pendrive.

A partir destas informações, a folha de pagamento pode ser composta de forma correta e com informações precisas a respeito dos horários, evitando erros de contagem de horas e o retrabalho. Essas medidas desoneram a empresa.
Não basta simplesmente disponibilizar o aparelho para anotação. A conferência da correlação entre a jornada e os horários marcados é importante, assim como dos intervalos.
Cabe à empresa realizar esse cuidado e fiscalização. Isso deve ser levado em consideração, por exemplo, quando se concluir que o empregado não está realizando seus intervalos de descanso para alimentação ou quando a extrapolação da jornada contratual for constante.

Esse controle pode ser feito pela análise mensal da folha de frequência!

Relógio de ponto

Quais as vantagens e desvantagens do Relógio de ponto? 

Vantagens do Relógio de Ponto aos Líderes

Graças à evolução das tecnologias, os terminais se tornaram versáteis e prestam diversos serviços na empresa. O mesmo REP equipado com módulos ad hoc e com interface com o software correspondente ao processamento esperado pode executar funções diversas como:

  • Construir segurança, incluindo o gerenciamento de controles de acesso, protegendo entradas e gerenciando movimentos nos vários espaços.
  • Gerenciamento de usuários, com controle de acesso de visitantes de clientes ou fornecedores, gerenciamento de estacionamento e gerenciamento de tempo.

Um REP pode intervir para controlar um acesso ou apontar uma entrada em um edifício, para identificar, autenticar, autorizar ou proibir a frequência dos locais para os quais está programado.

As informações do relógio de ponto são divididas com os departamentos envolvidos, como o departamento de segurança, o pessoal e o departamento de recursos humanos.

Em todos os casos, a automação de processos, o registro de informações na fonte do evento, a ausência de intermediários para reentrada permitem a empresa:

  • Economizar tempo para acessar informações,
  • A certeza de usar informações confiáveis,
  • Maior eficiência no processamento de informações e na tomada de decisões.

O REP fornece indicadores importantes para o empreendedor. A partir dos dados registrados, a gerência pode analisar a produtividade dos departamentos e otimizar, em relação ao tempo gasto em determinadas tarefas, a alocação de recursos humanos de acordo com as previsões de atividades.

Vantagens do REP aos funcionários

A presença de um REP na empresa é uma vantagem para os funcionários, pois esse tipo de dispositivo facilita o gerenciamento de agendas, especialmente para funcionários que trabalham com horário variável.

A exatidão e precisão dos dados tornam possível reivindicar os direitos de uma pessoa quando são feitas horas extras ou solicitar licença. O acesso a uma conta pessoal permite que o funcionário monitore sua operação e intervenha ou troque com a gerência em pontos específicos.

A função de controle de acesso desses terminais é uma garantia de segurança para o funcionário e para a preservação de sua ferramenta de trabalho.

Desvantagens do REP

As desvantagens estão na opção de REP manual, que não permite fazer alterações de ponto ao fazer um acompanhamento em tempo real, sendo necessário aguardar até o fim do mês para conferir a folha de ponto dos colaboradores.

Por isso, optar por REPs que promovem o controle de ponto digitalmente é essencial para evitar dores de cabeça e gastos injustos no fim do mês. É uma forma que protege empresa e empregador de quaisquer injustiças.

Para quais empresas o REP é indicado?

Embora a legislação preveja que apenas são obrigadas a realizar o controle de jornada aquelas empresas com mais de 20 funcionários, qualquer empresa pode fazer uso de um sistema de marcação de ponto.

Aquelas que possuem mais de 20 empregados garantem o preenchimento da obrigação legal com a garantia de segurança dos dados e precisão da marcação de horário com o uso de um REP.

As empresas que tenham menos de 20 funcionários e que estão livres da obrigação da CLT, podem optar pelo uso de um aplicativo e outras alternativas para fins de segurança jurídica.

Nesse caso, em eventual ação judicial trabalhista sobre o pagamento de horas extras a empresa já tem, desde logo, provas sobre qual era a real jornada realizada pelo demandante.

Ressalta-se que as empresas que se valem de um REP garantem segurança e transparência quanto aos dados relativos à jornada de seus empregados. Isso ocorre, principalmente, quando ele é conectado a um software de controle de ponto digital como o oferecido pelo Oitchau, de fácil utilização e muita praticidade.

REP: Instalação, utilização e manutenção

Instalação do relógio de ponto

A forma de instalação pode variar conforme o modelo escolhido pela empresa. Alguns deles podem ser utilizados com a integração com outros tipos de softwares como os oferecidos pelo Oitchau.

Em alguns casos o equipamento pode ser instalado pela própria empresa sem necessidade de contratação de terceiro ou de auxílio de quem concede o aparelho.

Nesses casos, há a possibilidade de aluguel ou compra do sistema. Enquanto a compra dá mais liberdade à empresa, o aluguel geralmente é baseado em um contrato de prestação de serviços que prevê as formas como a instalação, manutenção e outros aspectos ocorrerão.

O relógio que exige integração, embora tenha instalação um pouco mais complicada, pode ser muito mais interessante para a organização. A implementação pode ser realizada por um profissional da empresa que comercializa o sistema, ou por outros profissionais indicados.

Nesses casos, é conferida maior segurança aos dados, cuja manipulação se torna dificultosa, assim como é dada ao empregado e ao gestor o acesso às informações sempre que necessário. Assim, é possível maior transparência do controle de ponto e efetividade.

A burocracia é limitada, pois os dados do controle podem ser automaticamente processados, compondo a folha de pagamentos. Esse preenchimento se dá com base na necessidade de pagamento de horas extras ou de desconto em razão de jornadas menores que aquelas previamente combinadas em contrato.

Independentemente do tipo de relógio que a empresa escolher por considerar ser o mais indicado, integrado ou não aos demais softwares, existem alguns cuidados que são necessários. A ausência deles pode levar até mesmo à perda da garantia de compra, o que pode levar a muitos prejuízos à organização.

Os terminais em que o sistema de ponto será instalado devem ser acessíveis para todos os funcionários. A acessibilidade é um fator de influência na instalação.

Manutenção do aparelho

A manutenção, conforme brevemente apontado acima, é essencial para o uso de um REP.

Sua importância se dá por inúmeras razões. Para que o registro das horas trabalhadas pelo empregado seja realmente levado em consideração e arquivadas. Em segundo lugar, a anunciada segurança das informações típica desses sistemas somente é possível e garantida quando a manutenção se dá de maneira correta.

É possível que a empresa contrate um sistema preventivo de manutenção do registro de ponto. Nesse caso, a organização mantém um contrato de prestação de serviços por outra empresa que se dedica a manter o correto funcionamento do sistema.

A instituição contratada para isso se dispõe a prestar serviços sempre que problemas forem relatados, além das manutenções periódicas.

Caso a empresa resolva não aderir a esse tipo de contrato que garante auxílio periódico ou mediante qualquer problema que seja apresentado, é importante que tenha o contato de empresas que prestem serviços pontuais quando algum tipo erro é relatado pelo sistema. Ou a empresa pode ter uma equipe de T.I.

Há uma alternativa que diz respeito à contratação de serviços de manutenção do sistema de registro logo quando da compra do relógio. Essa hipótese lida com as empresas que além de comercializar o produto garantem sua assistência periódica com ou sem cobranças adicionais para a prestação destes serviços.

Relógio de ponto

Relógio de ponto biométrico ou digital, qual é confiável?

O controle de ponto digital blinda a informação, que não pode ser manipulada e não é perdida. Ele auxilia no trabalho dos setores e na organização financeira da organização.

Quando o registro de ponto é combinado ao ponto digital apresenta total segurança no momento do registro de ponto, com métodos avançados de verificação contra fraude. As informações sobre a jornada de cada colaborador são interpretadas e consolidadas automaticamente, facilitando a rotina do RH que pode acompanhar tudo em tempo real com relatórios atualizados num sistema completo pelo computador.

Diante de tudo isso é possível concluir que o ponto digital representa maior segurança do que o aparelho biométrico. A sua confiabilidade é aplicada para as duas partes da relação de trabalho, pois o empregado pode ter conhecimento desde logo do número de horas extras realizadas, assim como a empresa passa a se organizar com base nesses dados que são facilmente captados.

Uma ótima opção para as empresas que desejam investir no controle de ponto digital combinado ao relógio é o sistema de controle de ponto oferecido pela Oitchau. Sua segurança é garantida, assim como seu auxílio aos departamentos de recursos humanos é latente, uma vez que desburocratiza as atividades e permite que o trabalhador concentre seu tempo e atenção naquilo que realmente lhe demanda.

Assim, toda a empresa sai ganhando e a confiabilidade dos dados de jornada passa a ser garantida. O investimento no controle de ponto digital para ser combinado ao relógio se traduz num investimento na própria empresa.

REP integra com sistema de ponto digital?

Existem sistema que fazem a captação dos registros de ponto do REP e compartilham com o sistema própria, permitindo o acesso a qualquer momento. Existem diversas vantagens em investir em um sistema que capte digitalmente as informações que são registradas no registro de ponto eletrônico.

Enquanto os REP tradicionais somente permitem acesso aos dados ao final do mês, sem previsibilidade de quantidade de horas extras, com o uso de um sistema eletrônico é possível ter maior controle de dados, o que se reflete nas finanças empresariais.

Muitas vezes, quando se utiliza o relógio de maneira isolada, a empresa se depara com prejuízos ao final do mês em razão do alto número de horas extras pendentes de pagamento. Um sistema eletrônico de ponto permite a organização empresarial. É possível que ela tome atitudes para limitar o excesso de horas trabalhadas.

Outra das vantagens em se utilizar o relógio de ponto conjuntamente ao sistema eletrônico é que o trabalhador pode acompanhar a anotação de sua jornada em um sistema. Ele pode conferir a devida computação do horário que foi registrado em um painel.

O uso conjunto dessas ferramentas de controle de jornada confere maior segurança aos dados. Isso porque as informações registradas passam a ser blindadas pois ficam salvas na nuvem e em servidores sem perigo de rasuras ou perdas.

Isso leva a crer que quando o registro de ponto é combinado ao ponto digital ele passa a apresentar segurança redobrada e a garantia de que os horários foram devidamente registrados.

Qual a diferença entre o REP e o relógio de ponto digital?

Relógio de ponto

Relógios de ponto são instrumentos não tão modernos quanto outros métodos já disponíveis no mercado, mas que ainda são utilizados em algumas empresas para fazer o controle de jornada de trabalho dos colaboradores.

São, geralmente, equipamentos volumosos nos quais o colaborador insere sua digital e registra sua entrada, saída, intervalos e horas extras.

Ao final de cada mês, o profissional do RH ou do departamento pessoal precisa revisar cartão por cartão, somando as horas trabalhadas e tomando cuidado para descontar atrasos, faltas e saídas antecipadas, bem como a contagem de horas extras, para compor a folha de pagamento.

O relógio de ponto foi utilizado para substituir o registro de ponto manual, aquele no qual o colaborador anotava à mão seus horários em um tipo de livro de registro de ponto.

Ponto digital

O ponto digital é uma forma de modernizar o sistema de controle de ponto e garantir a veracidade das informações registradas. Pontos digitais, como o Oitchau, têm as mesmas funções, mas a maneira como o registro é feito faz toda a diferença. Esse sistema apresenta maior flexibilidade e, por causa do avanço da tecnologia e o surgimento de soluções que visam simplificar as rotinas do RH, pode ser usado em dispositivos móveis ou ser integrado ao relógio de ponto.

Quando utilizada em dispositivos móveis, como o smartphone, a tecnologia do ponto digital permite que o gestor seja capaz de acompanhar a jornada do colaborador em tempo real. O colaborador bate ponto pelo aplicativo, que pode ser usado como um canal de comunicação transparente no qual ambos trocam informações, enviam e autorizam solicitações com apenas alguns toques na tela.

Para o RH, a principal vantagem é ter dados consolidados da jornada de cada colaborador em mãos a qualquer momento, não apenas no fim do mês. Esses dados são interpretados por um software que disponibiliza, em questão de minutos, a folha de pagamento do período sem erros e com rapidez. Tanto a empresa como o colaborador sabem na hora o quanto será pago.

Relógio de ponto

Relógio de ponto biométrico x Reconhecimento facial

A principal vantagem do relógio de ponto biométrico é fazer os registros da jornada de trabalho do colaborador a partir da leitura de sua impressão digital. As impressões digitais são individuais, logo, o risco de fraudes nesse controle são nulos.

Além disso, é válido lembrar que, neste sentido, o registro de ponto biométrico também fornece um comprovante com o horário de entrada e saída para o colaborador, de modo que ele possa guardar os papéis e controlar as suas horas de trabalho para fazer a verificação ao receber o seu salário. Trata-se, portanto, de uma metodologia que preza pela transparência entre empregador e empregado.

A desvantagem é que todos os colaboradores fazem contato física com a mesma máquina, o que apresenta maiores riscos de compartilhamento de possíveis vírus e doenças.

Reconhecimento facial

Como já mencionamos anteriormente, é um dos métodos de registro de ponto mais modernos e seguros que temos no mercado, o qual conta com muitos benefícios. 

Ao utilizar o reconhecimento facial, é possível assegurar agilidade, segurança e eficiência ao processo de controle de jornada dos profissionais. Além de completa higiene e proteção contra compartilhamentos de vírus, pois o colaborador não precisa tocar no aparelho para registar seu ponto.

Sua utilização, aliada a um aplicativo especializado, permite gerenciar situações e conflitos cotidianos com mais tranquilidade dentro da empresa. Além disso, esse método também atende os diferentes tipos de expedientes atuais como o home office e a jornada de trabalho flexível, por exemplo.

Voltando para o ambiente da empresa, um dos benefícios do reconhecimento facial é que além de evitar fraudes, ele tem a função de controlar quem entra e sai do local de trabalho, impossibilitando que pessoas estranhas adentrem à organização, já que em muitos casos, as empresas podem conectar esse reconhecimento à liberação das catracas de acesso.

Reconhecimento facial é seguro?

Sim! Embora muitas pessoas desconfiem do uso de sistemas que possam usar a imagem do rosto, é possível afirmar que esse tipo de tecnologia é completamente seguro. E ainda é possível assegurar, que é um dos controles mais efetivos para controle da jornada de trabalho dos colaboradores.

Note-se que esses sistemas usam características faciais muito específicas para determinar se uma pessoa é autorizada a entrar em certo local ou identificá-lo como colaborador da empresa!

Mesmo que duas pessoas sejam muito parecidas ou mesmo correspondam a irmãos gêmeos idênticos, o sistema assim é capaz de individualizá-los e distingui-los. Geralmente os sistemas dessa natureza se valem de dados tais como a distância entre boca e orelhas, entre os olhos ou outras, o que garante sua funcionalidade.

O mapeamento dos pontos faciais identifica os indivíduos com características únicas, fazendo com que o sistema seja seguro, para a empresa e para os colaboradores.

Eles possuem sistemas que impedem qualquer manipulação de dados, fraudes e os protegem em situações de falta de energia, por exemplo. Vale ressaltar, quanto a isso, que esse sistema é capaz de realizar o registro mesmo em eventual queda da conexão à internet.

Por que mudar do relógio de ponto para o ponto eletrônico?

A regulação do uso do ponto eletrônico tem o objetivo de estimular as empresas a padronizarem o sistema de marcação de ponto e mudarem do relógio de ponto para o ponto eletrônico.

É o intuito, também, modernizar os meios de registro de ponto, além de prover segurança às empresas e aos colaboradores quanto à precisão e veracidade dos dados registrados. Com o sistema eletrônico de ponto, os gestores têm a certeza de que os dados são verdadeiros e o colaborador sabe que seu trabalho será pago corretamente ao final do mês.

Assegurar-se de que o registro do ponto dos colaboradores está sendo realizado corretamente, otimiza o trabalho do departamento pessoal, que pode dedicar seu tempo para o que realmente importa: ações que visam engajar o colaborador e alavancar a empresa.

O sistema eletrônico de ponto evita erros humanos na contagem das horas para compor a folha de pagamento e entrega um relatório completo das atividades de cada colaborador a cada final de período de registro.

Em alguns casos, a interface do ponto eletrônico permite a integração da folha de pagamento, que já sai pronta.

Cada vez que o colaborador registra seu ponto com o crachá, fazendo a biometria ou usando o aplicativo recebe um comprovante de registro. Dessa forma, ele mesmo pode acompanhar suas horas trabalhadas.

Portanto, independentemente de seus tamanhos, a mudança do relógio de ponto para o ponto eletrônico traz muito benefícios às empresas e aos colaboradores, estabelecendo uma relação transparente e de total confiança.

Como escolher o melhor relógio de ponto para sua empresa?

Cada empresa se adapta melhor a um tipo de Relógio Eletrônico de Ponto. Os sistemas mais utilizados são a biometria e o crachá eletrônico ou magnético.

Há, ainda, sistemas alternativos de controle de ponto que funcionam como aplicativos para smartphones e que são totalmente integrados aos REPs, permitindo ainda mais funcionalidades e precisão de registro de dados.

As informações que todos os tipos registram são as mesmas, pois como mencionamos, todos os sistemas de REP não precisam ser homologados, mas precisam seguir as regras estabelecidas pelo Ministério do Trabalho.

No sistema de registro por biometria, os dados da empresa, do colaborador e suas informações contratuais são cadastrados, juntamente com suas digitais. Toda vez que iniciar e finalizar sua jornada, e sair ou chegar de seus intervalos, o colaborador insere o dedo no coletor e seu ponto é registrado.

No sistema de registro por crachá eletrônico ou magnético, os dados da empresa, do colaborador e suas informações contratuais são cadastrados e inseridos em um cartão que pode funcionar por aproximação a um leitor, ou quando é inserido no coletor, como um cartão bancário.

A extração dos dados acontece ao final de cada mês, em forma de relatório e arquivo digital, para a composição da folha de pagamento.

Integração com sistemas de ponto digitais

Seu Relógio Eletrônico de Ponto pode se tornar mais interativo e inteligente com a integração com aplicativos de ponto, como o Oitchau, uma forma alternativa de registro eletrônico de ponto.

  1. Oitchau faz a sincronização em tempo real, permitindo consultar os pontos batidos no REP e no aplicativo em um só sistema, o do Oitchau.
  2. É possível baixar relatórios de ponto a qualquer momento, sempre que necessário e sempre com dados atualizados;
  3. É possível fazer ajustes de ponto na hora, sem precisar esperar o fim do mês, garantindo a transparência dos registros.
  4. O sistema de integração com REP do OiTchau, o Pegador, faz classificação dos pontos por meio da inteligência artificial: ele aprende com o comportamento do colaborador para classificar se o ponto é de entrada, almoço ou saída.

O Oitchau oferece o melhor dos dois mundos para as empresas conectadas, que cuidam de seus colaboradores sem se esquecerem do orçamento.

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