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Design Thinking: por que é útil? Quais as vantagens?

Em um munda marcado pela competitividade e pelo uso de tecnologias, surgiram muitas técnicas e metodologias que ajudam as empresas a terem mais resultados e resultados mais consistentes. Uma destas abordagens é o design thinking, que faz muito sucesso e é uma das principais metodologias de gestão atualmente.

O que é o Design Thinking?

Foi o professor da Universidade de Stanford, Rol Faste, quem deu origem ao termo design thinking. Esta expressão refere-se a um tipo de abordagem criativa e sistêmica, pautada na experimentação, criação e prototipagem de um produto ou negócio.

O objetivo, neste caso, é captar o feedback da clientela. Com isso, o gestor pode otimizar os seus recursos, utilizando-os com mais consciência e assertividade. Em suma, é uma estratégia que une a lógica e a criatividade melhor atender as demandas do cliente.

Vantagens do Desig Thinking

Esta abordagem pode ser aplicada em diferentes setores da empresa. Por exemplo, o cliente pode ser de fato o consumidor final, mas também pode ser o cliente interno, o colaborador, podendo ser aplicado no RH. Estas são algumas vantagens oferecidas pelo Design Thinking:

Cultura organizacional em alta – O Design Thinking exige que aja uma cultura organizacional transparente, diversificada e engajada e a sua rotina permite isso. É uma solução para empresas que precisam mudar ou modernizar a sua cultura organizacional. Todos são impelidos a pensar soluções e dar a sua opinião. Isso gera motivação e engajamento. É mais fácil vestir a camisa da empresa quando se é ouvido e se permite a sua participação.

Motiva a criatividade – Este talvez seja um dos pontos altos da abordagem. O objetivo é fazer o colaborador pensar com criatividade, fora da zona de conforto, experimentar novas ideias e colocar em prática algumas posições. Para isso, é importante que a cultura organizacional seja moderna e horizontal, permitindo a participação de todos.

Isso porque para o Design Thinking as fontes de ideias que podem ser um grande produto ou serviço podem vir de várias fontes. Por isso, é preciso que o ambiente e as práticas diárias permitam a livre expressão da criatividade. Isso vai ao encontro da necessidade de desenvolver diferenciais internos, no cerne da empresa, ao invés de buscá-los no mercado.

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Custo-benefício – Esta abordagem, apesar de ter grandes resultados, não tem custo nenhum para a empresa. É uma nova mentalidade que pode ser facilmente implantada e aceita. Qualquer tipo de empresa e negócios de diferentes tamanhos podem utilizá-la.

Inspira empatia – A resolução dos problemas deve ser interna e segundo a ótica do cliente. O cliente, na verdade, é o centro do projeto. Desta forma, é importante que o colaborador seja inspirado a ter empatia pelas dores do cliente. A proposta é fortalecer os relacionamentos entre as equipes, nos colaboradores com os clientes e em todas as direções, atendendo as expectativas do negócio.

Respostas – Sempre há respostas com o Design Thinking. Mesmo quando há conflitos, diferenças de opiniões, contingências ou desafios, o cenário oferece soluções, bastando para isso buscá-las.

Segurança de investimento – Outro ponto alto do Design Thinking é implementar testes em suas soluções. Isso garante mais segurança aos investimentos e antes de laçar um produto ou serviço ao mercado. Uma das etapas é o teste de viabilidade.

Etapas do Design Thinking

É importante dizer que o Design Thinking não é um método linear, mas há algumas etapas a serem estabelecidas. Há três etapas principais: imersão, ideação e prototipação. Para que você compreenda melhor, vejamos algumas outras etapas da abordagem do Design Thinking:

Imersão – É a fase de aproximação das pessoas com o problema. É a hora de conhecer o contexto da situação e se envolver com os fatores complicadores e aspectos. É a fase de aprofundamento na questão, levantamento de informações e observações. Pode ser em relação ao problema de um projeto, a dor do cliente ou outra demandas que requer solução.

Análise e Síntese – Trata-se da análise e síntese das informações levantadas na etapa anterior. Isso irá facilitar a identificação de oportunidades e desafios.

Ideação – É a fase destinada à geração de ideias inovadoras, através de atividades lúdicas, dinâmicas e ações colaborativas. O objetivo é motivar a criatividade e a inovação em busca da solução. Pode-se utilizar diversas estratégias, como a gamificação, brainstorm, dinâmicas de grupo, etc. A experiência do colaborador também é muito importante.

Prototipação – É a fase de tornar as ideias selecionadas tangíveis. Com estas possíveis soluções, cria-se um protótipo (ou mínimo produto viável – MPV) que possa ser testado.

Validação e/ou Implementação – Trata-se da etapa onde se valida junto ao cliente ou players importante para o projeto a ideia, produto ou serviço, para compreender as expectativas, percepções e opiniões. A partir daí, pode-se fazer ajustes e otimizações, criar uma base de conhecimento para outros processos e efetivar a implementação.

Você pode ou não obedecer estas etapas citadas. No Design Thinking o processo não se encerra em si e não é linear. Permite ainda adaptações e retornar a outras etapas sempre que preciso. Mais que um fim, o Design Thinking é um caminho de aprendizagem colaborativa e integração.

Veja também: Caged Web – Como realizar a entrega do documento?

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