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Covid-19: Como a pandemia deve alterar as formas de trabalho?

A pandemia de Coronavírus e da doença causada pelo vírus, a Covid-19, não só trouxe alterações pontuais às relações sociais e profissionais como também deve alterar as formas de trabalho a longo prazo.

Isso se deve, principalmente, às alterações da dinâmica social em razão da necessidade de isolamento social imposta para o controle da disseminação da doença. Portanto, o trabalho remoto e outras formas de manutenção dos negócios mesmo que à distância surgiram.

Confira abaixo como a pandemia de Covid-19 deve alterar as formas de trabalho de forma definitiva ou, minimamente, a longo prazo, conforme pesquisadores especializados na área.

Pesquisas indicam alterações irreversíveis no mercado de trabalho

Até a pandemia de Coronavírus inúmeras empresas ainda resistiam ao trabalho remoto, ou seja, ao home Office ou teletrabalho, embora diversas outras já estivessem se abrindo para o novo modus operandi laboral.

Portanto, modificações do mercado de trabalho já eram objetos de estudo mesmo antes da pandemia. Contudo, diante do atual cenário de Covid-19 não só as alterações, mas os próprios estudos também devem ser acelerados no momento. É isso que indica o Laboratório do Futuro da Coppe, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Isso fica claro diante do cenário em que demissões e encerramentos de negócios se tornam inevitáveis, com o consequente aumento da taxa de desemprego.

A situação pela qual passamos nesse momento não será pontual, de forma que mesmo após a passagem da pandemia haverá necessidade do mercado, empresas e colaboradores reverem a forma com que fazem a sua produção, procurando soluções diversas e inovadoras.

Isso se deve ao fato de que a pandemia de Covid-19, a que tudo indica, não passará de forma rápida e imediata, principalmente ante a ausência de uma vacina que proteja as pessoas com anticorpos contra esse vírus. Por outro lado, a questão econômica tende a se arrastar ainda mais do que a da saúde, de forma que a sobrevivência de empresas depende de sua adaptação.

Dentre essas alterações estão algumas já conhecida do público, pois envolvem diferenciais que já eram oferecidas por alguns estabelecimentos e, agora, tendem a ser adotados pela grande maioria deles.

Por exemplo, tanto restaurantes quanto lojas e supermercados devem, necessariamente, incluir aplicativos na sua rotina para entrega, ou seja, delivery. Isso é essencial para a manutenção dos negócios diante do isolamento social.

Por outro lado, indústrias devem investir cada vez mais em automação e empresas que antes resistiam à possibilidade de prestação de trabalho remoto devem se atentar cada vez mais às vantagens e até mesmo economia oferecidas por este.

Os serviços que dependiam de contato direto entre o prestador de serviços e o consumidor, assim como indústrias que eram totalmente baseadas na mão-de-obra do trabalhador (trabalhos manuais) devem, em breve, rever o seu posicionamento, conforme divulgou o Laboratório da Coppe da UFRJ.

Números já apontam mudança na relação firmada entre consumidores e empresas diante do Covid-19

Diversas mudanças já são visíveis durante o período de Coronavírus no país. Nesse sentido, cabe ressaltar que ele teve início a tão somente 2 meses, quando foram noticiadas as primeiras infecções pelo vírus no Brasil.

No primeiro trimestre de 2020, a Associação dos Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (Asserj) identificou que as vendas por delivery nos supermercados do Rio de Janeiro chegaram a crescer em 400%.

Diante deste e de outros dados referentes ao Brasil, o Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar) se manifestou quanto a uma revolução no varejo que teria se iniciado, o que deve ter continuidade mesmo após o fim da pandemia.

Além disso, a RankMyAPP, empresa de inteligência de marketing e aquisição para aplicativos de celular, identificou um aumento no download de aplicativos de delivery em território brasileiro aumentou em 15% nos primeiros dias de março, chegando a alcançar, em seu pico, o incrível aumento em 126% em comparação ao mesmo período do ano passado.

Tendências de alteração no mercado de trabalho após a Covid-19

Conforme demonstrado acima, não apenas produtos que já eram comprados comumente pela internet, mas também o aumento de pedido de entregas de supermercados e restaurantes devem se consolidar de vez.

Isso se deve principalmente às restrições de circulação às pessoas que normalmente consumiam produtos e serviços de outras maneiras.

Ainda, a tendência é que estabelecimentos e negócios que dependem do contato pessoal sejam inovados ao substituir as operações por novas tecnologias. Aliás, isso já era uma tendência mesmo antes da pandemia, contudo esta acelerou tais processos.

Por outro lado, isso não se limita apenas aos estabelecimentos comerciais, mas também aos processos industriais.

Todas essas inovações, por sua vez, dependerão, inicialmente, de um investimento na área de mudanças, que incluem a aquisição de novos sistemas, maquinários e tecnologia em geral.

Estima-se que até o presente momento a automação ainda não teria acontecido no Brasil em razão do fato de que o custo do trabalhador ainda era mais baixo do que da aquisição e manutenção de máquinas.

Entretanto, uma vez que as produções foram afetadas pela necessidade de isolamento social, as empresas devem se obrigar a investir nessas novas tecnologias e adaptações.

Isso ainda deve ser a realidade das maiores empresas, enquanto as pequenas e médias devem buscar soluções alternativas e mais baratas ante a menor capacidade de investimento.

Inovações tecnológicas no mercado

Conforme o pesquisador do FGV Ibre Daniel Duque, a busca por tecnologias que protejam o ambiente de trabalho e os colaboradores não apenas do Covid-19, mas também de possíveis futuras doenças é outra tendência.

Portanto, essa automação e aumento da tecnologia empresarial será uma espécie de obrigação à empresa que deseje continuar no mercado e obtendo lucro. Dessa forma, o Brasil tende a buscar a informatização nos mesmos moldes que outros países têm feito há anos.

A aceleração da automatização, assim, se torna uma tendência, principalmente diante da possibilidade de comparar dados entre países mais ou menos automatizados. Nesse sentido, a economia daqueles tende a ser menos afetada do que destes que agora procuram se adaptar aos novos tempos com o uso da tecnologia.

Ainda conforme Duque, devemos ver, também, um crescimento expressivo nos trabalhos remotos para trabalhadores mais qualificados, principalmente nas grandes cidades brasileiras, onde o conceito já está mais enraizado e o acesso às tecnologias é facilitado.

Assim, os fatores que antes impediam a implementação do trabalho em home Office, como a resistência às mudanças, bem como incerteza dos gestores, devem ser superados, principalmente mediante bons resultados da migração forçada ao trabalho remoto que houve nesses tempos de pandemia.

O final da epidemia pode fazer com que as empresas encarem esses números de forma positiva e, assim, tenham em mãos informações práticas e condizentes ao seu negócio frente ao trabalho remoto.

Some-se a isso, ainda, o fato de que as empresas são beneficiadas por economias que são promovidas em razão da instauração do home Office, como menor gasto de energia, instalações e até mesmo de equipes de apoio, como as de limpeza, por exemplo.

Essa economia é de grande ajuda diante de um cenário em que o aumento do desemprego já é visto como certo, assim como o aumento da automação. Esse último, porém, depende de investimentos das empresas, o que pode se tornar prejudicado ante o endividamento causado pela recessão econômica.

Portanto, diversos aspectos tendem a mudar não só durante a pandemia de Covid-19, mas também após o término dela, quando as relações de emprego e mesmo sociais ainda estarão sentidos os efeitos da pandemia que assolou o país neste ano.

Dessa forma, é necessário que o empresário fique atento às possíveis alterações positivas e, também, que se torne mais aberto às inovações, permitindo-se revolucionar seu modo de trabalho e, em contrapartida, manter-se no mercado.

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